Let it be

O que tem de ser, tem muita força. Ninguém precisa se assustar com a distância, os afastamentos que acontecem… Tudo volta! E voltam mais bonitas, mais maduras, voltam quando tem de voltar, voltam quando é pra ser. Acontece que entre o ainda-não-é-hora e o nossa-hora-chegou…. muita gente se perde!





(Source: bohemea)


Via Bohemea




(Source: Flickr / bohemea)


Depois de assistir Orgulho e Preconceito, pela quarta vez, me perdi em pensamentos. Não há coração romântico que possa resistir.  No entando, a questão, não é ele, Darcy. Nem sequer ela, Elizabeth. É, para mim, o magnetismo. 
Essa palavra me veio a tona enquanto assistia, embora nunca tenha sido a melhor aluna de exatas, o conceito de imãs me é encantador, atraindo e ao tempo evitando que tudo se choque. Mas há aqueles casos em nossas vidas em que nos chocamos de maneira tão avassaladora, que uma mente mais extraordinária pensaria que nem dois planetas em confronto produziriam tamanho abalo. 
Não acredito em amor a primeira vista. Existe, no entando, essa atração, essa inequívoca necessidade de repelir e agarrar ao mesmo tempo. 
Quando menos se esperar, pode se sentir isso, em um dia chuvoso, em um jardim. Ou talvez na fila do supermercado. Não acredito que vá acontecer apenas uma vez na vida da maioria de nós. Mas, ao acontecer com você, não corra da sensação. Nunca se sabe quando se poderá desejar, e se nutrido o sentimento, amar alguém. 
E quem sabe.. poderá durar um dia fantástico, meses turbulentos ou pelo resto da sua vida. Se não deixarmos de lado nossas primeiras impressões equivocadas, nossos orgulhos, preconceitos e expectativas, não há como abrir espaço para os sentimentos mais verdadeiros e evolução como seres humanos.  
Mesmo que o primeiro imã não seja sua versão de Darcy, ou de Elizabeth, continue procurando. Até que alguém lhe enfeitice corpo e alma, ardentemente. 

Depois de assistir Orgulho e Preconceito, pela quarta vez, me perdi em pensamentos. Não há coração romântico que possa resistir.  No entando, a questão, não é ele, Darcy. Nem sequer ela, Elizabeth. É, para mim, o magnetismo. 

Essa palavra me veio a tona enquanto assistia, embora nunca tenha sido a melhor aluna de exatas, o conceito de imãs me é encantador, atraindo e ao tempo evitando que tudo se choque. Mas há aqueles casos em nossas vidas em que nos chocamos de maneira tão avassaladora, que uma mente mais extraordinária pensaria que nem dois planetas em confronto produziriam tamanho abalo. 

Não acredito em amor a primeira vista. Existe, no entando, essa atração, essa inequívoca necessidade de repelir e agarrar ao mesmo tempo. 

Quando menos se esperar, pode se sentir isso, em um dia chuvoso, em um jardim. Ou talvez na fila do supermercado. Não acredito que vá acontecer apenas uma vez na vida da maioria de nós. Mas, ao acontecer com você, não corra da sensação. Nunca se sabe quando se poderá desejar, e se nutrido o sentimento, amar alguém. 

E quem sabe.. poderá durar um dia fantástico, meses turbulentos ou pelo resto da sua vida. Se não deixarmos de lado nossas primeiras impressões equivocadas, nossos orgulhos, preconceitos e expectativas, não há como abrir espaço para os sentimentos mais verdadeiros e evolução como seres humanos.  

Mesmo que o primeiro imã não seja sua versão de Darcy, ou de Elizabeth, continue procurando. Até que alguém lhe enfeitice corpo e alma, ardentemente. 



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